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Postado em Uncategorized em 19/10/2009 por Mary Killer

Porque eu quero ser arte-educadora???

Não sou alienada … não sou ingênua. Sei bem dos problemas graves que existem nessa profissão tão marginalizada. Sei bem dos preconceitos (especialmente no que diz respeito à minha área). E digo que não é otimismo de jovem universitária, porque já sou meio velhinha pra isso (e, convenhamos, pessimista demais). Eu sei o quanto a categoria está desiludida, o quanto tem sofrido com péssimo salário, zero incentivo e sujeitos à violência.

Mas eu quero aceitar o desafio. Devo ser mesmo uma raridade … e o desafio é duplo, porque a minha timidez é um forte vilão aqui.

Não sei até que ponto vou chegar, se vou ser professora univeritária, se vou ser doutora em alguma coisa. Ou se vou trabalhar em algum centro cultural. Ou com arte terapia. Só sei que quero fazer parte de um carreira tão importante quanto a de um médico. Lidando com vidas! E como disse Ana Mae Barbosa, arte na escola também pode ser divertida, por que não?

Obs: arte-educação é diferente de educação artística. Veja o vídeo de uma entrevista que a arte-educadora Ana Mae deu para um programa da TV Câmara clique aqui !!

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Porque eu sou consultora Natura???

A maioria das pessoas acham que pra fazer algo importante, tem que ficar fazendo propaganda. Mas para fazer algo realmente importante, é só fazer e pronto. Fala-se por si só.

A Natura, e qualquer outra empresa de cosméticos mais antigas PRECISAVA fazer testes em animais. Porque eram obrigados pela justiça, porque ainda não existiam testes alternativos. Mas há pouco tempo a própria Natura (junto com a Avon), entrou na lista da PEA (eu mandei um email pra PEA e eles confirmaram a veracidade). Ok, demorou. E foi justamente por isso que deixei de usar seus produtos há uns anos atrás.

Mas agora sou consultora e vou dizer porque em 10 tópicos, só pra não cansar vocês:

1)  A Natura não faz mais testes em animais em qualquer dos seus procedimentos (clique no link e procure por testes em animais – vídeo, texto e podcast), inclusive com rigor para com os fornecedores.

2) Todos os sabonetes em barra são 100% vegetais (com óleo de palma) e os líquidos também estão sendo vegetalizados. E veja bem: eram mineralizados antes, nem eram feitos com derivados animais. Sabonetes vegetais são mais “saudáveis” para a pele. E os da Natura são muito mais cremosos do que só perfumados.

3) 70% dos perfumes e desodorantes possuem álcool orgânico. Ou seja: a canas são produzidas de modo sustentável, o que não destrói áreas enormes do bioma, e assim não contribuem para o aumento de gases prejudiciais, e também não utilizam agrotóxicos.

4) A Natura é pioneira (ou talvez a única que eu conheço) no uso de refis em seus produtos. Vááários produtos (de desodorantes, shampoos a maquiagem), utilizam o refil. A pessoa paga menos, e não joga fora uma embalagem boa.

5) Papel e papel reciclado: os cartões de visita são feitos de papel reciclado, as caixas de presentes regulares são feitas de papel cartão reciclado, as caixas de sabonetes, etc, são feitas de papel. O papel do catálogo tem certificado FSC Fontes Mistas (grupo de produto proveniente de florestas bem manejadas e outras fontes controladas). A Natura também não oferece sacolas plásticas para as consultoras entregarem aos clientes. Todas as sacolas são feitas de papel reciclado, apesar de não serem muito resistentes.

6) A linha Ekos, que utiliza produtos provenientes da biodiversidade brasileira, obtém sua matéria-prima através de pequenos produtores e de forma sustentável. Além de respeitar a safra sazonal de alguns frutos, como o caso do açaí, fazendo com que alguns produtos da linha vão e voltam durante o ano.

7) Os filtro solares não possuem aquele cheiro horrível que “aquele” outro tem, e são muuuito mais leves. Inclusive com produtos para bebês e crianças (sem corantes, ao contrário “daquele”).

8 ) As maquiagens são variadíssimas, de qualidade excelente, e ainda assim, são mais baratas que a concorrência.

9) A Natura possui o Programa Crer Para Ver. Não é campanha para aparecer como o Criança Esperança. Quase anonimamente, o dinheiro arrecadado (todo, porque as consultoras não ganham nada com o que vendem, só os pontos) é revertido para projetos que contribuem com a melhoria da educação pública  no país. Além disso, vendem sacolas de compas reutilizáveis e vendem camisetas feitas com 50% PET reciclado e 50% de algodão.

10) Porque a consultoria tem me ajudado com a minha dificuldade em me relacionar com as pessoas, tem ajudado a me expressar melhor, tem me ajudado a não depender do meu pai para compras “fúteis” ou não, e eu adoro o cheiro da caixa quando ela chega.

Pode haver, outros motivos, você nem acreditar nos fatos que citei. Mas eles são sim verdades. E é por isso que além de ser artesã nas horas vagas, de ser uma futura arte-educadora e arte-terapeuta, eu também sou consultora da Natura =)

obs: eu não inventei nada disso. Está tudo no Natura.net e no próprio catálogo!

Sacolas reutilizáveis, de novo

Postado em Arte, Besteiras, Lamentações, Ufa ... em 21/09/2009 por Mary Killer

mm_ande_comigo

Aqui em casa está virando lei!!! Se a compra é grande minha mãe sai logo com duas. Enfim … apesar dos saquinhos plásticos serem, infelizmente, necessários em compras gigantes de mês, não tem porque utilizá-lo quando forem apropriadamente descartáveis no sentido utilitário.

O problema é que as pessoas, ainda, insistem em não enxergar a real utilidade dessa bolsa. A grande questão por trás dela.

Essa bolsa aí do lado é da Natura.  É o segundo e mais novo modelo. Além de ser reutilizável (feita em lonita de algodão, 100% natural) como a outra, vem com o logotipo Crer para Ver (acesse para saber mais). Ahem, propaganda básica.

Bem … o fato é que passeando pelo site da Natura e lendo sobre essa bolsa nova, me deparo com o seguinte comentário (deixando anônimo o nome da pessoa): “Gosto muito da sacola e queria sugerir que fizessem uma mais estreita do tamanho de uma pasta, pois gosto de levar para a faculdade , e a atual é muito larga!”

Me deu uma vontade de #@*&% tal ser!!!!!!!!! Mas só tem espaço pra 200 caracteres e fiquei na minha (pelo até formar um texto pequeno e impactante o suficiente). Gódi!! Depois de todo o texto falando da importância da utilização dessas sacolas, da importância de substituir as plásticas na hora das compras do mercado, da farmácia, da padaria… vem alguém reclamando que a bolsa é  grande demais pra faculdade? Bem, pelo menos subtendeu-se que o indivíduo(a) que fazer dela uma mochila de escola né?!

Pior que deve ser isso mesmo. Porque é o que eu mais vejo. Já não bastasse eu carregar a sacola explicitamente vazia, e “logotipizada” para a função, para o mercado e ainda ter um ignorante abrindo saquinho plástico pra enfiar 1 Coca-Cola ou 1 saco de biscoito.

Eu tento fazer minha parte … as árvores da paisagem da minha janela, o rio abaixo do meu prédio e os miquinhos saltitantes da minha rua agradecem!

… ahem, eu não moro na roça XD!

obs: não confundam, não sou nem pretendo ser vegetariana. Mas não me matem por isso …

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Eu gosto de posts gigantes, mas hoje nem é proposital. Eu realmente queria falar sobre duas coisas e não quis colocar em dias diferentes. Minha memória é ridícula.

Na verdade agora é rapidinho.

Eu nunca fui fã de fotografia. Mas como estudante da área artística eu não posso simplesmente ignorar isso. Por acaso, ao entrar no site do MSN pra acessar meu email, me deparo com umas imagens assim:

buelteman2 buelteman1

Um troféu (mentira) pra quem adivinhar que ser isso?? Não é pintura e nem fotografia. Pelo menos, não a fotografia que conhecemos. Essas flores são de verdade e estão na série “Through the Green Fuse”, do fotógrafo Robert Buelteman. “Para obter as 80 imagens (…), o fotógrafo utiliza instrumentos cirúrgicos para posicionar as plantas sobre uma mesa transparente, e em seguida posiciona uma matriz metálica, na qual estão o filme e uma emulsão fotográfica. O conjunto é, então, ligado a uma fonte elétrica. Em um quarto escuro, ele então aciona a eletricidade de altíssima voltagem, que pode vir de fontes como o tungstênio, o xenônio ou fibras ópticas.” [MSN - BBC Brasil]

Complicado de entender, né?! Nem eu compreendi muito bem como funciona. Só sei que o efeito é absurdamente belo e diferente. Como ele mesmo disse, seu trabalho é como as pinturas à nanquim japonesas: uma vez pintada uma linha, não pode  ser desfeita. As flores parecem ainda vivas, de tão naturais …

………………

No último post eu disse: “Na verdade, tinha escrito um post gigante e muito legal … há 1 mês. Mas me empolguei, não salvei e, claro, a luz acabou”. Well … esse post de hoje é um prova de que AINDA não aprendi a usar o WordPress direito … porque o post de hoje é nada mais, nada menos que o tal post que não salvei. E como, por coincedência ou não, hoje está caindo um singelo temporal, já estou salvando, é claro. E pra terminar o post que não me deu nenhum trabalho, vou colocar aqui uma foto, digamos, bizarra. Estava meu namorado e eu dentro de uma livraria quando me deparo com iDSC00013sso:

Não tá muito boa porque tirei com o celular, mas não resisti. Meu namorado falou, claro, pra eu enfiar a cabeça ali … mas óbvio que não faria isso nem que as vacas começem a voar …

Enfim … um ônibus da linha que pego pra ir pra faculdade foi sequestrado e ainda atearam fogo … está ficando cada vez mais emocionante ir estudar (e sim, sarcasmo pode ser uma defesa às vezes).

Beijos ;)

Bang bang

Postado em Ufa ... em 08/09/2009 por Mary Killer

Finalmente voltei … mas por preguiça do que por criatividade mesmo. Na verdade, tinha escrito um post gigante e muito legal … há 1 mês. Mas me empolguei, não salvei e, claro, a luz acabou.

Só que o post de hoje, pode ter até ironia, mas não é nem de fato uma reclamação, como sempre.

Quem já ouviu falar na Linha Amarela, uma via expressa do Rio de Janeiro? Bem, se não ouviu, sabe de qualquer maneira, que Rio de Janeiro é lugar de tiroteio. Algo que não escolhe lugar, embora tenha muitos locais que o tem como hábito.

E todos os dias, preciso parar em um desses locais, bem em um ponto no meio da Linha Amarela, para pegar o segundo ônibus e voltar para meu lar, doce lar. E todos os dias, não importava muito a hora, eu tinha também o hábito de deixar passar o ônibus lotado e tentar pegar um mais vazio. Doce ilusão … mas eu tentava, porque às vezes eu conseguia.

Hoje, não deu tempo de fazer isso. Hoje, por ironia, nenhum ônibus que me deixava em casa passou. Hoje, por ironia, eu levara um pouco mais de dinheiro, do que deveria ter levado normalmente. Mas, por ironia, eu não fiz o que devia.

Desde sempre aprendi a identificar o barulho de um tiro, aprendi que deveria deitar no chão e aprendi que, se possível, deveria deitar por baixo de um carro, e por lá ficar até acabar. Mas eu nunca atirei, nunca estive em tiroteio. Eu nunca passei por isso. Eu já precisei ser fria ou atenta em caso de assalto (concreto ou inerente). Mas nunca passei tão perto dela, de fato. A morte nunca tentou me visitar … Todo mundo vai abotoar o paletó, mas não era bem ali que eu estava a fim de fazer isso.

Nada passou por mim: talvez a urucubaca que me assolou por esses dias já tenha passado, talvez o que fiz para acabar com ela deu realmente certo. E deu. Porque não acredito em um deus(es) personificado que tenha “desviado as malditas balas” (Pulp Fiction rlz). Mas acredito em algo mais … espiritualmente concreto (não estou falando do Kardecismo). Algo mais palpável, que me veio à memória no momento certo. Porque absolutamente tudo, até essas letras, são munidas de energia …

Eu só sei que não abaixei no momento certo. Sei que não identifiquei rápido o suficiente que eram tiros (parecia mais bombinha jogado por vândalos). Sei que só percebi quando olhei a viatura e que todo mundo (ou quase), menos eu, a “preparada”, estava ainda em pé. Pequei por ser avoada. Mas pensei rápido: levantei e catei um ônibus que estava passando (assim como outros desesperados). Só me restoum uma pequena ardência na palma da mão por ter me apoiado no chão. E a certeza que na próxima vez, vou lembrar que sou carioca, e como tal, devo me abaixar com qualquer barulho, mesmo que passe vergonha por isso depois …

obs: uma velhinha morreu e cinco pessoas ficaram feridas (fonte: O Globo e O Dia online)

Ao oeste

Postado em Livros com as tags , , em 19/07/2009 por Mary Killer

Resolvi me render ao WordPress. Pelo menos para o blog ganhar novos ares … nova cara. Pelo menos pra ter mais coisinhas úteis. Enfim! Sejam bem vindos ao meu novo muquifo.

E pra começar, um post muito mais interessante que o outro (acho que todo mundo já sabe que Michael foi-se embora).

Na última semana, sem o que fazer, fui largada, perambulando pela  Livraria da Travessa. Avisei pra minha irmã não fazer isso. E deu nisso: engatei 3x no cartão mais um número da edição definitiva de Dragon Ball e um “livro” que valeu a pena (menos pro bolso). E a dica vai pra quem gosta de mangá, mas também pra quem gosta de boas histórias (ficcionais ou não).

O “livro” em questão se chama “Jornada ao Oeste: O nascimento do Rei dos Macacos”, de Wu Cheng’en (Editora Conrad – loja ali nos links).

Resumo do prefácio: “Quando tomou o poder na China, em 1949, o Partido Comunista viu nos quadrinhos um meio eficiente de fazer propaganda de suas causas e educar as massas, e investiu muito nisso. De 1951 a 1956, por exemplo, mais de 10 mil livros de quadrinhos foram publicados, com uma tiragem total de 260 milhões de cópias. É claro que os quadrinhos chineses não surgiram do nada. Ainda que o termo que os define, lianhuanhua, não fosse usado antes de 1927, já se fazia HQs na China desde o século XIX. Isso sem falar das narrativas ilustradas desde o século II a.C. Utilizando os quadrinhos para a educação popular e recuperação da milenar cultura chinesa, os quadrinistas são convocados para fazer sua parte, criando histórias baseadas nas lendas e  romances que formam o tesouro narrativo do país. Um destes é Jornada ao Oeste, um dos maiores clássicos da literatura chinesa.

Escrito por Wu Cheng’en no século XVI, Jornada ao Oeste, é uma versão ficcional da peregrinação real do monge Xuan Zang à ìndia. O Xuan Zang histórico deixou a cidade de Chang’an (Xian) em 629. Seu caminho de ida e volta foi uma sucessão de perigos, alguns colocados pela natureza, outros assumindo a forma de guerras e bandidos. Mas o monge conseguiu realizar sua missão e, dezessete anos depois, estava de volta a Xian. Carregava consigo textos budistas, que se pôs a traduzir. A viagem de Xuan Zang e suas traduções tiveram importância fundamental para o desenvolvimento do budismo no Extremo Oriente, principalmente na China e no Japão. A saga do monge deu origem a milhares de versões, que se fundiram a antigas lendas chinesas, anteriores até o nascimento de Xuan Zang. Nestas versões, a viagem ganha novos perigos, como demônios e monstros, e o monge ganha poderosos aliados, como Sun Wukong, o Rei dos Macacos, personagem mais popular da literatura chinesa e de todo Extremo Oriente.

Sun Wukong é protagonista e tema de uma infinidade de óperas, festivais, filmes, peças de teatro, balés, séries de TV, videogames, desenhos animados e HQs, tanto na China como fora dela. The Forbidden Kingdom, com Jet Li e Jackie Chan, é um exemplo. Variações também são presença constante, mas a mais famosa é Son Goku, o herói de Dragon Ball.

Esta versão da Conrad é a primeira publicação no Ocidente da versão em quadrinhos de Jornada ao Oeste, traduzida direto do chinês”. (Rogério de Campos)

Resumo da apresentação:”Se dependesse dos chineses, Sun Wukong, protagonista de Jornada ao Oeste, ocuparia o posto mais importante no panteão dos super-heróis. Este macaco humanizado e imortal como as divindades conquistou uma legião de admiradores graças a suas habilidades sobre-humanas. Ele tem o corpo fechado contra fogo, água e todo e qualquer instrumento cortante, pode voar montado em nuvens e névoas, carregar uma montanha em cada ombro, ficar invisível e transformar-se em qualquer coisa, seja animal, vegetal ou mineral. Tudo isso antes de o Super-Homem deixar o planeta Krypton”(Adam Sun)

Resumo meu pra finalizar: Embora o pano de fundo seja a saga do monge Xuan Zang, o protagonista realmente é Sun Wukong. Ele surge de dentro de um ovo, enclausurado em uma rocha sagrada, no topo de uma ilha chamada “Montanha das flores e frutas” . Procurando pela própria sobrevivência, um dia encontra um grupo de macacos que vivia perto de uma cachoeira e recebe o nome de Belo. Certo dia, os símios decidem disputar à realeza quem conseguisse pular dentro da cortina d’água e voltasse para contar o que havia dentro. E lá se foi Belo. Lá, descobriu um abrigo aconchegante e voltou para levar seus companheiros. Não esquecendo de lembrá-los do prêmio da disputa. Com o passar do tempo, triste com a idade avançando, Belo é aconselhado a procurar os homens, a fim de descobrir o segredo da imortalidade. Peregrinando e aprendendo com monges, ganha finalmente o nome de Sun Wukong e pede ao líder o segredo da sonhada juventude eterna. Ele o dá. O macaco segue seu caminho, mas sempre atazanando os deuses, afinal, eram eles quem melhor conheciam sobre ser imortal e ele não sabia ouvir um não. Consegue um helmo dourado, uma armadura bélissima e um bastão de ferro (que segurava os mares e tem a capacidade de aumentar e diminuir seu tamanho), guardando-o dentro da orelha. Consegue até virar grão-mago (não por muita vontade dos deuses). Depois de tanto perturbar a todos, mas sempre com a esperteza de aprender as coisas, consegue a proeza de tentar passar para trás o Buda Ru Lai. Este o castiga e o condena a ficar prezo numa pedra, até o fim da pena. É quando Bodisatva (uma espécie de santa da misericórdia), o manda esperar por Xuan Zang, impelindo-o a ser seu discípulo e assim ser perdoado.

Ufa, acabei. Mas quem puder comprar, vale a pena!

Beijos, e até a próxima!

[Edit] Isso que dá não prestar atenção na capa … o livro é o Vol.I !!!!!!!! São três volumes e a produção do II ainda está em andamento (espero que a Conrad realmente esteja fazendo isso). XD [/Edit]